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Abstract

Este ensaio examina a gradual aproximação de Clarice Lispector—e das inúmeras narradoras e personagens em que ela se desdobra—à coisa-eu-que-morre. Para acercar-me ao tema, referir-me-ei brevemente a diversas pistas deixadas pela autora sobre a intersecção entre a consciência da morte e a construção do indivíduo em conversas e entrevistas, assim como em sua ficção, em geral. Em seguida, focarei especificamente o romance-pulsações Um sopro de vida (1978), com o objetivo de melhor vislumbrar a relação entre a inevitabilidade da morte e a estruturação de uma imagem de eu e de um plano de vida para as personagens clariceanas.

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